
Bom, acho que a minha mão já diz muita coisa, mas a mania de escrever já deixa um texto completo em minha mente, portanto, não hesitaria em colocá-lo aqui.
A crítica que quero expressar aqui envolve capitalismo, ambição, manipulação e necessário/desnecessário.
Estava indo para o colégio e fiquei chocada, ao pensar na possibilidade da existência de uma lixeira para se jogar dinheiro, afinal, "quem joga dinheiro fora, é louco". Peguei então uma nota que tinha no bolso e simulei a ação para tirar essa foto, pois queria dizer que, apesar de não ter jogado de verdade, no fundo era o que eu queria. Anteriormente a esse dia eu já pensava sobre questões relacionadas à dinheiro, como no Dia das Mães. Várias propagandas não se cansam de repetir que, uma mãe feliz é uma mãe com celulares novos, carros novos e etc, não estou considerando isso errado, qualquer um ficaria feliz com presentes, mas o que me chama atenção é que no intuito de vender os produtos anunciados as empresas impõem apenas a felicidade material, como em uma que citarei como exemplo: Aparecia uma criança e se transformava em um buquê de flores para sua mãe e ela se sentia feliz. Uma segunda criança se transformava em um bombom e a mãe se sentia feliz novamente, então, uma terceira criança se transformava em um celular, e a demonstração de felicidade da mãe fora bem mais intensa. Lembrando ainda que, tais feriados, foram criados pelo capitalismo, para que haja consumo de presentes, dia das mães acontece todos os dias, elas são mães sempre. Portanto, creio que crianças que assistam televisões e vejam propagandas como estas, cresçam pensando apenas em felicidade material.
Quanto à ambição, creio que todo ser humano a tenha em si, porém, não deva usá-la como muitos fazem. A ambição pode ser considerada também uma virtude, claro, ambição não é só no dinheiro e mesmo sendo, tem seus lados positivos, desde que não prejudique pessoas ao seu redor. Ambição por felicidade, por desejos, por objetivos, por conquistas, o problema é quando essa ambição faz com que passemos uns por cima dos outros, em um pensamento egoísta ou a imaginável superioridade. A desigualdade social existe pelos dois motivos citados, a ambição faz com que alguns não consigam dividir seu dinheiro, que seria suficiente para o resto de suas vidas com sobras, entre as outras pessoas, não conseguem investir o dinheiro em algo que dê retorno à classes mais pobres. O outro motivo é a imaginável superioridade, que vem de muitos séculos, quando existiam ainda escravos. Alguns pensam que são melhores que os outros e que têm o direito então de dominar, de exigir, de cobrar, mas na verdade, somos todos iguais, o que pode diferenciar são as oportunidades, que deveriam ser iguais à todos. Alguns, mesmo tendo as mesmas oportunidades ainda se consideram melhores, o egocentrismo - crêem que tudo gira em torno delas mesmas - e isso, seja no trabalho, em casa, no trânsito, no colégio, na faculdade, qualquer lugar é prejudicial.
A moda também é um fator que influencia as pessoas e aliada à ela estão revistas e, mais uma vez, comerciais de televisão. A moda faz com que as pessoas se desfaçam logo de coisas compradas anteriormente e adquiram outras novas, não seria um problema se elas descartassem algo que não gostam mais, a questão é que algumas jogam fora pois "não está mais na moda", "ninguém mais está usando isso".
Não creio que o mundo funcionaria sem o capitalismo, até porque, este sonho já foi tentado antes, mas nunca concretizado, não é atoa que o socialismo é batizado de utópico, nunca foi alcançado o sonho de uma inteira sociedade pertencer à uma mesma classe social, aliás, uma sociedade que não tivesse tais divisões.
Mas eu deixo um sonho meu aqui, que é o de um dia, conseguirmos alcançar um mundo melhor, confesso que minhas expectativas são de anos, talvez mais alguns séculos, torcendo para que não entremos mais ainda em decadência...
A crítica que quero expressar aqui envolve capitalismo, ambição, manipulação e necessário/desnecessário.
Estava indo para o colégio e fiquei chocada, ao pensar na possibilidade da existência de uma lixeira para se jogar dinheiro, afinal, "quem joga dinheiro fora, é louco". Peguei então uma nota que tinha no bolso e simulei a ação para tirar essa foto, pois queria dizer que, apesar de não ter jogado de verdade, no fundo era o que eu queria. Anteriormente a esse dia eu já pensava sobre questões relacionadas à dinheiro, como no Dia das Mães. Várias propagandas não se cansam de repetir que, uma mãe feliz é uma mãe com celulares novos, carros novos e etc, não estou considerando isso errado, qualquer um ficaria feliz com presentes, mas o que me chama atenção é que no intuito de vender os produtos anunciados as empresas impõem apenas a felicidade material, como em uma que citarei como exemplo: Aparecia uma criança e se transformava em um buquê de flores para sua mãe e ela se sentia feliz. Uma segunda criança se transformava em um bombom e a mãe se sentia feliz novamente, então, uma terceira criança se transformava em um celular, e a demonstração de felicidade da mãe fora bem mais intensa. Lembrando ainda que, tais feriados, foram criados pelo capitalismo, para que haja consumo de presentes, dia das mães acontece todos os dias, elas são mães sempre. Portanto, creio que crianças que assistam televisões e vejam propagandas como estas, cresçam pensando apenas em felicidade material.
Quanto à ambição, creio que todo ser humano a tenha em si, porém, não deva usá-la como muitos fazem. A ambição pode ser considerada também uma virtude, claro, ambição não é só no dinheiro e mesmo sendo, tem seus lados positivos, desde que não prejudique pessoas ao seu redor. Ambição por felicidade, por desejos, por objetivos, por conquistas, o problema é quando essa ambição faz com que passemos uns por cima dos outros, em um pensamento egoísta ou a imaginável superioridade. A desigualdade social existe pelos dois motivos citados, a ambição faz com que alguns não consigam dividir seu dinheiro, que seria suficiente para o resto de suas vidas com sobras, entre as outras pessoas, não conseguem investir o dinheiro em algo que dê retorno à classes mais pobres. O outro motivo é a imaginável superioridade, que vem de muitos séculos, quando existiam ainda escravos. Alguns pensam que são melhores que os outros e que têm o direito então de dominar, de exigir, de cobrar, mas na verdade, somos todos iguais, o que pode diferenciar são as oportunidades, que deveriam ser iguais à todos. Alguns, mesmo tendo as mesmas oportunidades ainda se consideram melhores, o egocentrismo - crêem que tudo gira em torno delas mesmas - e isso, seja no trabalho, em casa, no trânsito, no colégio, na faculdade, qualquer lugar é prejudicial.
A moda também é um fator que influencia as pessoas e aliada à ela estão revistas e, mais uma vez, comerciais de televisão. A moda faz com que as pessoas se desfaçam logo de coisas compradas anteriormente e adquiram outras novas, não seria um problema se elas descartassem algo que não gostam mais, a questão é que algumas jogam fora pois "não está mais na moda", "ninguém mais está usando isso".
Não creio que o mundo funcionaria sem o capitalismo, até porque, este sonho já foi tentado antes, mas nunca concretizado, não é atoa que o socialismo é batizado de utópico, nunca foi alcançado o sonho de uma inteira sociedade pertencer à uma mesma classe social, aliás, uma sociedade que não tivesse tais divisões.
Mas eu deixo um sonho meu aqui, que é o de um dia, conseguirmos alcançar um mundo melhor, confesso que minhas expectativas são de anos, talvez mais alguns séculos, torcendo para que não entremos mais ainda em decadência...
Leticia Leão

2 comentários:
Olá,
Gostei do texto.
Abs
Olá Eduardo!
=D
Não pude acessar o seu Blog através do seu perfil, portanto, deixarei meu agradecimento pelo elogio aqui, muito obrigada, de verdade.
Abraço!
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